Conexão Fintech http://conexaofintech.com.br O futuro do mercado financeiro Sat, 27 May 2017 02:48:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.5 A CIP e o Mercado de Subadquirência e Marketplace http://conexaofintech.com.br/fintech/a-cip-e-o-mercado-de-subadquirencia-e-marketplace/ http://conexaofintech.com.br/fintech/a-cip-e-o-mercado-de-subadquirencia-e-marketplace/#respond Sat, 27 May 2017 02:48:47 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2170 Conexão Fintech
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Em colaboração com Fialdini Advogados Muito tem se falado sobre a interpretação do BACEN, divulgada em reunião do dia 19 de maio de 2017, em relação à inclusão dos subadquirentes (subcredenciadoras)/marketplaces (que participem do fluxo financeiro) na Câmara Interbancária de Pagamentos – CIP, para a compensação e liquidação de pagamentos oriundos de transações realizadas por meio […]

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Em colaboração com 

Muito tem se falado sobre a interpretação do BACEN, divulgada em reunião do dia 19 de maio de 2017, em relação à inclusão dos subadquirentes (subcredenciadoras)/marketplaces (que participem do fluxo financeiro) na Câmara Interbancária de Pagamentos – CIP, para a compensação e liquidação de pagamentos oriundos de transações realizadas por meio de instrumentos pós-pagos (cartões de crédito e/ou de débito). A centralização visa a garantir maior segurança de recebimento pelo usuário final (estabelecimento comercial/vendedor), bem como prevenir fraudes e crimes financeiros.

A partir de 4 de setembro de 2017, todo o fluxo financeiro de pagamentos passará pela CIP, de modo que todos os players participantes da cadeia (emissor, credenciadora, subadquirente/marketplace) deverão estar credenciados e homologados na CIP.

Diante desse novo cenário, os subadquirentes/marketplaces deverão firmar contratos diretamente com as bandeiras (instituidores de arranjo), que cuidarão de indicar à CIP os participantes, sem o que não estarão habilitados a compensar e liquidar por meio da Câmara. Todavia, esses players permanecem não regulados diretamente pelo BACEN, mas sim pelas bandeiras (estas sim reguladas e sujeitas à supervisão do BACEN), que possuem o dever de disciplinar a atuação dos players do arranjo de pagamento.

No entanto, cumpre ressaltar que os prazos de liquidação e o trânsito dos recursos não sofrerão alterações. Nesse sentido, os recursos continuam transitando pelas contas dos subadquirentes/marketplaces, que permanecerão dependendo das credenciadoras para creditar os recebíveis nas contas de seus subcredenciados. Em resumo, a CIP apenas centralizará os registros, a compensação e a liquidação do fluxo financeiro entre os participantes (regulados ou não) do Sistema de Pagamentos, permitindo, assim, maior controle sobre os riscos de liquidez.

Por fim, a liquidação dos pagamentos capturados pelos subadquirentes/marketplaces poderá se dar por meio tanto de instituição financeira quanto de instituição de pagamento gestora de conta de pagamento (instituições domicílio), desde que esta última esteja de acordo com as regras do BACEN para funcionar.

Artigo escrito pelo time de inteligência de mercado do Fialdini Advogados. Veja outros artigos sobre regulamentação do mercado fintech aqui.

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Blockchain: tudo o que os empreendedores precisam saber http://conexaofintech.com.br/blockchain/blockchain-tudo-o-que-os-empreendedores-precisam-saber/ http://conexaofintech.com.br/blockchain/blockchain-tudo-o-que-os-empreendedores-precisam-saber/#respond Fri, 26 May 2017 14:40:38 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2068 Conexão Fintech
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Apesar dos avanços nas tecnologias de comunicação e internet, a forma como as transações financeiras são registradas no mundo inteiro ainda considerada, por muitos, obsoleta – principalmente quando compradas à Blockchain. E obsolência, como todo empreendedor deve saber, é algo que prolonga processos, eleva custos e diminui a segurança dos usuários – o que é ruim tanto para as […]

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Apesar dos avanços nas tecnologias de comunicação e internet, a forma como as transações financeiras são registradas no mundo inteiro ainda considerada, por muitos, obsoleta – principalmente quando compradas à Blockchain.

E obsolência, como todo empreendedor deve saber, é algo que prolonga processos, eleva custos e diminui a segurança dos usuários – o que é ruim tanto para as empresas como para os consumidores.

Felizmente, a tecnologia Blockchain está mudando a forma como transações são registradas. Além de agilizar os processos e reduzir seus custos, ela torna as trasações feitas nela muito mais seguras e transparentes.

É por isso que não só bancos, como também empresas de vários outros setores estão buscando formas de implementá-lo em suas soluções.

A seguir, mostraremos tudo o que você, empreendedor, precisa saber sobre Blockchain.

O que é e como funciona o Blockchain?

Para facilitar a compreensão, utilizaremos como exemplo o mercado de madeiras.

A jornada da madeira, desde a floresta até o consumidor final, envolve uma série de etapas. Cada uma delas depende de intermediários, como empresas, bancos e órgãos reguladores, que contam com inúmeros colaboradores, contadores, comerciantes, advogados, etc, para realizarem as transações.

Todas essas etapas aumentam o prazo em que a madeira leva para chegar ao consumidor e, consequentemente, o seu custo final. E é por causa dessa demora e também da burocracia envolvida que muitos comerciantes optam por comprar madeira ilegal, o que impede governos de arrecadarem impostos e consumidores de adquirirem produtos legais.

Blockchain resolve todos esses problemas, ao agilizar as etapas da cadeia e torná-las mais transparentes.

Essa tecnologia disponibiliza a todos os envolvidos nela um registro altamente seguro das transações, chamado de ‘livro-razão’, ou ledger em inglês. Nele, são registradas todas as transações feitas na cadeia, independentemente da quantidade.

Assim que cada transação ocorre, ela é colocada em um bloco. Esse bloco recebe um código e é conectado ao anterior, gerado por uma transação antecedente. E uma vez conectado e colocado na cadeia de blocos (no inglês, Blockchain), um bloco não pode ser alterado ou apagado, nem mesmo pelo administrador do sistema, o que evita fraudes.

E como o livro-razão (ledger) é distribuído, ou seja, é público e suas transações são compartilhadas com todos os participantes de um sistema (com exceção de seus detalhes, que só podem ser acessados por quem as realizou), nenhuma pessoa, empresa ou pode controlá-lo.

Por que essa tecnologia é vantajosa?

O Blockchain é vantajoso por três motivos principais:

1. Agiliza a realização das transações

No caso da cadeia de fornecimento de madeiras, o Blockchain agiliza e facilita as transações e também o processo de verificação da autenticidade dos lotes. Hoje, os participantes dessa cadeia realizam esse processo por meio de planilhas físicas e sistemas obsoletos, o que leva muito tempo e aumenta os riscos de falha humana.

2. Reduz custos

Processos mais rápidos e assertivos reduzem custos, o que é benéfico tanto para as empresas envolvidas na cadeia como para os consumidores.

3. Aumenta a segurança e a transparência dos processos

Ao final da cadeia, é gerado um registro completo, em ordem cronológica, de todas as transações e processos realizados, desde a floresta até o consumidor final. Isso torna a cadeia mais transparente, evita fraudes e a comercialização ilegal de madeira e também dá maior tranquilidade aos consumidores.

É por causa desses e outros benefícios que organizações de vários setores estão adotando o Blockchain, como o financeiro, o farmacêutico e o da saúde.

No Brasil, empresas como Banco Maré, Ewally, Credit Dream e Alpha Ledger já utilizam essa tecnologia em seus produtos e serviços.

Ao contrário do que muitas pessoas fazem parece, a tecnologia Blockchain hoje pode ser entedida perfeitamente por qualque empreendedor.

Acompanhe os próximos conteúdos da Conexão Fintech para continuar aprendendo ou deixe um comentário com a sua dúvida – vamos continuar esta conversa logo abaixo!

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7 Mitos sobre Blockchain que todo empreendedor deve conhecer http://conexaofintech.com.br/blockchain/7-mitos-sobre-blockchain/ http://conexaofintech.com.br/blockchain/7-mitos-sobre-blockchain/#respond Wed, 24 May 2017 17:08:56 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2063 Conexão Fintech
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Sempre que uma nova tecnologia surge no mundo (ou ao menos se populariza) é normal que surjam mitos sobre ela, criados principalmente por quem não a estuda e a analisa a fundo. E, é claro, isso não poderia ser diferente para o Blockchain, uma tecnologia com um enorme potencial de revolucionar o setor financeiro e muitos outros. […]

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Sempre que uma nova tecnologia surge no mundo (ou ao menos se populariza) é normal que surjam mitos sobre ela, criados principalmente por quem não a estuda e a analisa a fundo.

E, é claro, isso não poderia ser diferente para o Blockchain, uma tecnologia com um enorme potencial de revolucionar o setor financeiro e muitos outros.

Veja quais são os mitos mais comuns sobre a Blockchain e nunca mais cometa a gafe, por exemplo, de dizer que “bitcoin é a mesma coisa que blockchain”.

Aliás, que tal começarmos por esse mito?

1. Blockchain é a mesma coisa que Bitcoin

Este mito existe principalmente pelo fato da bitcoin, que é uma criptomoeda, ter sido criada “em cima” da tecnologia Blockchain – a qual explicamos com mais detalhes neste texto.

Portanto, para deixar claro:

A Blockchain é uma tecnologia na qual computadores conectados à internet usam uma rede descentralizada para realizar transações das mais diversas naturezas – de criptomoedas, como a bitcoin, aos contratos inteligentes, como no caso da Ethereum.

A bitcoin é a criptomoeda mais famosa do mundo que foi criada a partir da tecnologia blockchain, especialmente devido a sua necessidade de ser uma moeda digital, descentralizada e livre de “controladores”, como bancos, empresas e governos.

2. Blockchain é muito complicado de se entender

Há alguns anos, quando apenas os especialistas em computação podiam entender e usar o Blockchain, afirmar que “a blockchain é uma tecnologia complicada” poderia até fazer sentido.

No entanto, com a sua popularização exponencial dos últimos anos, hoje em dia Blockchain é tão fácil de entender que existem cursos, eventos, workshops e até livros sobre o assunto que não são necessariamente voltados aos desenvolvedores.

3. Blockchain é um banco de dados

Blockchain não é um banco de dados, nem local nem na nuvem. Isso porque ela não permite o armazenamento de arquivos, como fotos, vídeos e documentos.

Nada verdade, “tudo” o que ela faz é criar um ambiente onde computadores de qualquer lugar do mundo podem realizar transações de forma rápida, segura e livre de controladores – inclusive muitas vezes sem ao mesmo serem identificados pela comunidade.

4. Blockchain só pode ser utilizado no setor financeiro

Muitos acham que a Blockchain só pode ser aplicado no setor financeiro porque ela foi desenvolvida originalmente para funcionar com o bitcoin – que está de certa forma revolucionando o setor financeiro ao redor do mundo.

Contudo, a Blockchain não apenas pode ser usada em outros setores como já está sendo, como o setor imobiliário, farmacêutico e até de saúde.

5. Blockchain torna os dados das transações públicos

Muitos pensam que, por ser uma tecnologia “aberta”, Blockchain permite que qualquer pessoa veja os dados das transações, o que no fim das contas é um grande mito.

Os dados das transações são criptografados, e só quem pode acessar os seus detalhes é quem participou dela. Portanto, apesar de seu público, o livro-razão impede que apenas as pessoas não autorizadas tenham acesso às transações.

6. Os ‘contratos inteligentes’ têm validade jurídica

Os contratos inteligentes feitos na Ethereum, que é uma das aplicações mais populares da Blockchain hoje, eliminam a necessidade dos indivíduos lidarem com processos complexos e demorados na hora de realizarem transações.

Porém, eles são apenas códigos que executam ações automaticamente quando certos requisitos são cumpridos e comprovam a realização das transações.

Portanto, até o momento, não possuem o mesmo valor jurídico que contratos regulares.

7. Blockchain é apenas uma ‘moda’ passageira

É verdade que muitas tecnologias surgem e desaparecem rapidamente, mas de acordo com a Accenture, os mercados de capitais investiram cerca de US$ 75 milhões no Blockchain em 2015.

Em 2019, esse número deverá chegar a US$ 400 milhões, o que somente comprova o imenso potencial da tecnologia Blockchain para diferentes setores da economia e, principalmente, para seus usuários.

Se você tem aquele amigo empreendedor que vive repetindo alguns destes mitos? Compartilhe este texto com ele e vamos continuar a conversa nos comentários!

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Celcoin ajuda lojistas e autônomos do Nordeste http://conexaofintech.com.br/brasil/celcoin-ajuda-lojistas-e-autonomos-do-nordeste/ http://conexaofintech.com.br/brasil/celcoin-ajuda-lojistas-e-autonomos-do-nordeste/#respond Wed, 24 May 2017 15:04:01 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2118 Conexão Fintech
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Aplicativo oferece 4% do valor das recargas e estimula o fluxo de pessoas nos estabelecimentos O número de celulares ultrapassou a marca de 58 milhões na região Nordeste e, focado em oferecer produtos inovadores, o Celcoin, aplicativo que oferece serviços financeiros a quem não possui conta em banco, torna-se um grande aliado para carregar saldo nos […]

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Aplicativo oferece 4% do valor das recargas e estimula o fluxo de pessoas nos estabelecimentos

O número de celulares ultrapassou a marca de 58 milhões na região Nordeste e, focado em oferecer produtos inovadores, o Celcoin, aplicativo que oferece serviços financeiros a quem não possui conta em banco, torna-se um grande aliado para carregar saldo nos celulares e estimular a venda em pequenos estabelecimentos comerciais.

Para Marcelo França, CEO do Celcoin, é importante atentar este nicho, pois segundo levantamento do aplicativo, cerca de 10% dos mais de 90 mil usuários da plataforma está localizado nos estados da região Nordeste. “Por isso olhamos atentamente as solicitações desse público com o intuito de atendê-los sempre com ferramentas úteis para o dia a dia”, explica.

O aplicativo Celcoin é gratuito e, para oferecer o serviço de recarga de créditos para celulares de todas as operadoras, o pequeno ou microempreendedor precisa apenas de um celular com conexão à Internet. A recarga do crédito desejado pode ser feita por meio de boleto, transferência ou depósito bancário. O valor depositado fica no saldo do empreendedor dentro do aplicativo Celcoin e pode ser utilizado para efetuar recargas de celular para seus clientes, amigos e contatos.

Para o executivo, a plataforma beneficia os comerciantes e autônomos porque não cobra taxas mensais, aumenta o fluxo de clientes nos estabelecimentos e ainda permite que eles recebam 4% de cashback do valor a de cada recarga realizada. “É um ganha-ganha, porque, ao entrar na loja para fazer a recarga, o cliente tende a ver outros produtos e serviços e pode acabar se interessando a comprar mais”, explica.

De acordo com o executivo, a democratização dos meios eletrônicos de pagamento não serve apenas para estabelecimentos comerciais, como lojas e lanchonetes, mas também atende empreendedores individuais, como revendedoras de produtos ou prestadores de serviços. “A nossa base de clientes é bastante abrangente e vai desde pequenas lojas a bares e padarias, lan houses, vendedores autônomos, bancas de jornais e até cobradores de ônibus. Entre eles há um sentimento em comum, que é o desejo de oferecer novidades e comodidades aos seus clientes”, afirma o executivo.

Para baixar o aplicativo, basta acessar a loja do seu smartphone, Apple Store ou Google Play, instalar o Celcoin e já começar a usar, uma vez que o seu número de telefone torna-se a sua conta e você já pode enviar e receber dinheiro, além de realizar recargas de celular, diretamente do seu smartphone.

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Celcoin – Startup Fintech http://conexaofintech.com.br/case/celcoin-startup-fintech/ http://conexaofintech.com.br/case/celcoin-startup-fintech/#respond Wed, 24 May 2017 15:03:33 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2123 Conexão Fintech
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Fundado em 2016, o Celcoin torna o seu dia a dia mais fácil sem banco. Com ele, você pode fazer recargas com descontos, pagar contas de água, luz, gás e boletos sem fila, comprar milhões de apps, músicas, filmes e jogos online, além de transferir dinheiro pelo celular ou para contas bancárias. Todos os comprovantes […]

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Fundado em 2016, o Celcoin torna o seu dia a dia mais fácil sem banco. Com ele, você pode fazer recargas com descontos, pagar contas de água, luz, gás e boletos sem fila, comprar milhões de apps, músicas, filmes e jogos online, além de transferir dinheiro pelo celular ou para contas bancárias. Todos os comprovantes são salvos automaticamente no seu aplicativo. Além disso, o Celcoin  permite que você faça pagamentos de contas, recargas e saques usando a moeda virtual bitcoin.

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Sergio Furio, CEO da Creditas, fala sobre inovação em Crédito na Cards Payment & ID 2017 http://conexaofintech.com.br/brasil/sergio-furio-creditas-palestra-inovacao-em-credito/ http://conexaofintech.com.br/brasil/sergio-furio-creditas-palestra-inovacao-em-credito/#respond Wed, 24 May 2017 14:50:20 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2119 Conexão Fintech
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A palestra acontece no dia 24, às 11h30, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e discutirá práticas inovadoras do setor financeiro, como soluções de pagamentos digitais e tecnologias biométricas. Sergio Furio, CEO da plataforma de empréstimos com garantia Creditas, participará da palestra “Inovação em serviços financeiros”, tema que ganha destaque na 22ª edição da […]

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A palestra acontece no dia 24, às 11h30, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e discutirá práticas inovadoras do setor financeiro, como soluções de pagamentos digitais e tecnologias biométricas.

Sergio Furio, CEO da plataforma de empréstimos com garantia Creditas, participará da palestra “Inovação em serviços financeiros”, tema que ganha destaque na 22ª edição da feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017. A discussão contará com participantes dos mercados financeiro e de tecnologia nesta quarta-feira (24), às 11h30, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. As inscrições podem ser feitas por meio do site do evento.

Comprometida com a redução dos juros no Brasil, a Creditas é uma fintech que, por meio da modalidade de crédito com garantia e uma experiência totalmente online, tem levantado discussões de extrema importância para o consumidor de crédito e, junto com o Conexão Fintech e outras startups fintech, transformado o setor financeiro no país junto com as demais  . Em linha com a atuação disruptiva da companhia, a palestra discutirá as novidades em tecnologia para o setor financeiro, como soluções de pagamentos digitais, tecnologias biométricas e as novas tecnologias de Big Data & Analytics, Mobile & Apps, Open Platforms & APIs, Cloud Computing, Machine Learning & AI e Crypto-currencies & Blockchain que estão sendo usadas pelas empresas. Além de Furio, executivos de outras companhias do setor financeiro também foram convidados para falar sobre o assunto.

“Desde sua fundação, a Creditas tem se transformado constantemente com o intuito de fomentar o mercado de crédito brasileiro com inovações que, além de garantir uma experiência cada vez mais conveniente ao cliente, dão fôlego às discussões em torno da modalidade de crédito com garantia e da redução dos juros no Brasil. Neste contexto, nossa participação na palestra ‘Inovação em serviços financeiros’ é uma oportunidade para reacender esses debates e disseminar as melhores práticas do mercado”, explica Sergio Furio, CEO da Creditas.

Confira toda a seleção de palestras e painéis que fizemos para a Cards Payment & ID 2017 aqui.

Agenda:
Palestra: Inovação em Serviços Financeiros
Dia: 24 de maio (quarta-feira)
Horário: 11h30
Inscrições no site: https://www.cards-expo.com.br/

Conteúdo:
• Soluções de pagamentos digitais
• Tecnologias biométricas: futuro da indústria de pagamento
• Como as novas tecnologias estão sendo usadas: Big Data & Analytics, Mobile & Apps, Open Platforms & APIs, Cloud Computing, Machine Learning & AI and Crypto-currencies & Blockchain

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Fintechs e inovação na Cards PAYMENT & ID essa semana http://conexaofintech.com.br/fintech/fintechs-e-inovacao-na-cards-payment-id-essa-semana/ http://conexaofintech.com.br/fintech/fintechs-e-inovacao-na-cards-payment-id-essa-semana/#respond Mon, 22 May 2017 23:40:36 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2106 Conexão Fintech
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O evento Cards PAYMENT  e ID começa nesta terça e nós fizemos uma seleção de palestras para quem quer gosta do tema Fintech e inovação em serviços financeiros. Confira! Vale notar notar que mesmo quem se inscreveu pode aproveitar. A sessão de pitchs é aberta ao publico (basta inscreva-se gratuitamente por este link) e a […]

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O evento Cards PAYMENT  e ID começa nesta terça e nós fizemos uma seleção de palestras para quem quer gosta do tema Fintech e inovação em serviços financeiros. Confira!

Vale notar notar que mesmo quem se inscreveu pode aproveitar. A sessão de pitchs é aberta ao publico (basta inscreva-se gratuitamente por este link) e a exposição das gratuita contará com as Startups Fintech Quita Fácil, Onboard e Dataholics.

Confira nossa seleção de palestras e debates:

Terça 23/05

10h30 – Participação do Pedro Conrade, CEO do Banco Neon
17h10 – Debate sobre Blockchain & Bitcoins/cryptocurrencies com Marcelo Miranda, CEO, Finchain e André Luiz Horta, CEO, Bitcoin To You

Quarta 24/05

ARENA 1
11h50 – Big Data: Onde Estamos e qual o Impacto, com Guilhermo Bressane, Head of Industry – Finance, Google
ARENA 2
9h10 – Digitalização do Mercado de Cobrança – Disrupção Comportamental – Marc Lahoud, Founder & CEO, Quero Quitar!
10h10 – Como Atender e Fidelizar a Nova Geração de Consumidores – Joaquim Venancio, Diretoria de Negócios Digitais, Banco do Brasil S.A
11h30 – Inovação em Serviços Financeiros | Palestrantes:

  • Jorge Vargas Neto, Founder & CEO, BIVA
  • Alexandre Lara, Sócio-Fundador, Kitado
  • Sergio Furió, Sócio-Diretor, Creditas
  • Orlando Purim, CEO, Atar
  • Antonio Carlos Censi, Diretor de Pesquisa e Inovação Tecnológica, Montreal

14h00 – Painel de Debates: Fintechs – Iniciativas de Investimento.

  • Tito Gusmão, CEO, Warren
  • Flávio Pripas, Managing Director, Cubo
  • Bruno Diniz, Managing Partner, ABStartups

14h40 – Modelos de Relacionamento Fintechs e Corporates – Leonardo Ribeiro, Head of Financial Business, Kick Ventures

  • Perfil dos profissionais empreendedor das startups e executivo de carreira das empresas. Onde estes perfis se complementam gerando sinergias.
  • Visões e preocupações desses profissionais para administrar seus negócios
  • Riscos de um controle exagerado sob a fintech abafando seu avanço quando incorporada à uma Corporate já estabelecida
  • Modelos de mercado sem direcionamento bem executado para alcançar sucesso mesmo com estratégias distintas
  • Modelos regulatórios empregados em outros mercados

 

15h10 – Startup Farm: Pitch Session Fintech – Moderador: Álvaro Machado, COO, Startup Farm
Apresentação das novas tendências no mundo tecnológico e como as startups estão possibilitando estas mudanças. Contaremos com pitches de startups específicas de fintechs que apresentarão as novidades do segmento. Pitches:

  • Fabio Neufeld, Cofundador e CEO, Kavod lending
  • Luiz Renato M. Mattos, Cofundador e CEO, OnBoard Mobility
  • Caio Zenatti, CEO, Banco de Formaturas
  • Thiago Aurelio de Lucena, Cofundador e CEO, Cred.Fit
  • Daniel Mendes, CEO e Founder, Dataholics

Sessão livre em parceria com Startup Farm. Basta se inscrever

Quinta 25/05 – Workshops Específicos

11h00 – 12h00 – Blockchain & Bitcoin: Como se Dará a Adoção do Blockchain e o que é Preciso Considerar. Palestrantes: Marcelo Miranda, CEO, Finchain e Marco Vieira, CTO, Finchain. Temas:

  • Definição das tecnologias: pagamentos realizados com maior agilidade e simplificação dos processos envolvidos;
  • Como bancos e outras plataformas de pagamentos se preparam para construir a infraestrutura adequada para operações utilizando uma rede global;
  • Qual o volume e liquidez desta “moeda”;
  • Experiência do usuário: perspectiva como cliente/consumidor final;
  • Futuro: quais produtos e serviços podem ser ofertados resultando num aumento de ganho. 

14h00 – 15h00 – Eficiência Digital: Como Repensar sua Estratégia de Marketing Digital em um Novo Ambiente. Por Gabriel Lima, Diretor, Enext. Temas:

  • Como construir uma estratégia de marketing digital e quantificar sua eficiência digital
  • Como definir qual tecnologia digital a ser implementada e garantir o diferencial competitivo
  • User Experience no comércio digital hoje: como compreender o perfil e comportamento do consumidor e convidá-lo a consumir
  • Fidelização/Loyalty: o que mudou? 

15h30 – 16h30 – Design Thinking no Mundo Digital – Como Desenvolver Soluções Eficazes, Criar Novas Experiências e Valores com Significado para os Consumidores. Com Thales Batista, Head de Criação, Enext. Temas:

  • O seu negócio está focado ao consumidor? Quem é o seu consumidor, quais são suas necessidades e hábitos;
  • Como traçar diversas informações dos clientes e identificar novas opções para criação de valor em serviços e produtos digitais;
  • Tangibilização dos produtos ao cliente: aplicabilidade das tecnologias e como transformar o comportamento do consumidor para que ele tenha melhor aceitação das novas tecnologias.

 

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Brasil é 8º maior mercado em investimento em fintechs http://conexaofintech.com.br/brasil/brasil-e-8o-maior-mercado-em-investimento-em-fintechs/ http://conexaofintech.com.br/brasil/brasil-e-8o-maior-mercado-em-investimento-em-fintechs/#respond Mon, 22 May 2017 00:31:41 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2075 Conexão Fintech
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POR FILIPE OLIVEIRA O Brasil foi o país que registrou o 8º maior volume de investimentos em fintechs (empresas iniciantes de tecnologia do setor financeiro) em 2016. Foram US$ 161 (cerca de R$ 515 milhões) em valores movimentados no ano, acima de mercados como Austrália (US$ 91 milhões) e Japão US$ 87 milhões. O valor […]

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POR FILIPE OLIVEIRA
O Brasil foi o país que registrou o 8º maior volume de investimentos em fintechs (empresas iniciantes de tecnologia do setor financeiro) em 2016.

Foram US$ 161 (cerca de R$ 515 milhões) em valores movimentados no ano, acima de mercados como Austrália (US$ 91 milhões) e Japão US$ 87 milhões.

O valor movimentado se aproxima do registrado em Israel, país conhecido por concentrar start-ups de sucesso, que registrou US$ 173 milhões.

Porém o volume ainda está longe do registrado na China (US$ 7,7 bilhões), nos Estados Unidos (US$ 6,2 bilhões) e Reino Unido (US$ 783 milhões), países que encabeçam a lista como mercados mais aquecidos.

Os resultados fazem parte de relatório da Global FinTech Hubs Federation, federação internacional que reúne associações de apoio a start-ups, feito pela consultoria Deloitte.

Acesse o relatório da Global FinTech Hubs Federation aqui.

O estudo, em sua segunda edição, mapeou 44 cidades consideradas polos de desenvolvimento para fintechs, seus pontos fortes e fracos e estágio do mercado,  a partir de entrevistas com associações do setor de cada país.

São Paulo foi incluída pela primeira vez neste ano após a ABStartups (Associação Brasileira de Startups) passar a integrar a federação internacional neste ano.

Na avaliação da cidade, a federação internacional considerou boas a cultura de inovação, a proximidade com clientes e com talentos que as empresas têm na cidade.

Por outro lado, apontou como regular o suporte governamental, a regulação e a presença de empresas internacionais do setor no país.

Bruno Diniz, diretor do comitê de fintechs da Abstartups, elenca como pontos fortes do mercado brasileiro para esse tipo de empresa o tamanho do mercado e um sistema bancário  que, por ter muita concentração, possui ineficiências a serem exploradas por novas empresas.

Diniz estima que existam cerca de 220 iniciativas que possam ser consideradas fintechs no Brasil.

Por outro lado, explica que o grande volume de investimentos foi puxado por três principais companhias: Nubank (de cartões de crédito vinculados a aplicativo), GuiaBolso (de app para controle de gastos) e Creditas (antiga BankFácil, de empréstimos on-line).

Em dezembro, o Nubank anunciou ter recebido investimento de US$ 80 milhões do fundo DST Global.

RANKING

Veja países que se destacaram em 2016.

1) China US$ 7,7 bilhões
2) Estados Unidos U$$ 6.2 bilhões
3) Reino Unido US$ 783 milhões
4) Germany US$384 milhões
5) Índia US$ $272 milhões
6) Canadá US$183 milhões
7) Israel US$ 173 milhões
8) Brasil US$161 milhões
9) Austrália US$ 91 milhões
10) Japão US$ 87 milhões

Por Filipe Oliveira para a Folha de São Paulo

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Creditas mira captura de talentos de TI para triplicar a operação no Brasil http://conexaofintech.com.br/brasil/creditas-mira-captura-de-talentos/ http://conexaofintech.com.br/brasil/creditas-mira-captura-de-talentos/#respond Mon, 22 May 2017 00:03:28 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2074 Conexão Fintech
Conexão Fintech - O futuro do mercado financeiro

Com salários de R$ 3,5 mil a R$ 11 mil, startup espera contratar pelo menos 40 novos profissionais para área até o final de 2017. A Creditas, plataforma digital de empréstimos, está à caça de talentos na área de TI. Após receber um aporte de R$ 60 milhões em fevereiro para expandir a operação no […]

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Com salários de R$ 3,5 mil a R$ 11 mil, startup espera contratar pelo menos 40 novos profissionais para área até o final de 2017.

A Creditas, plataforma digital de empréstimos, está à caça de talentos na área de TI. Após receber um aporte de R$ 60 milhões em fevereiro para expandir a operação no Brasil, a startup financeira aposta em investimentos em tecnologia desenvolvida dentro de casa para escalonar a plataforma e atingir a meta de triplicar seus resultados por ano. Para isso, a Creditas estima a contratação de cerca de 40 novos profissionais da área até o final de 2017.

“Nosso foco nessa etapa é atrair talentos de tecnologia para acelerarmos o ritmo de crescimento da plataforma, com ganho de eficiência e maior automatização”, explica Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas.

As vagas são para diversos níveis e posições como desenvolvedores, engenheiros de dados, cientistas de dados, gerentes de produto, etc., com salários que variam de R$ 3,5 mil a R$ 11 mil e podem ser acessadas no site: http://jobs.kenoby.com/creditas/ .  Entre os benefícios, ainda estão gym pass e curso de inglês in company.

Times integrados

Recentemente, a empresa reestruturou a área integrando os times de TI aos demais departamentos operacionais da empresa, criando grupos multidisciplinares mais próximos da experiência do cliente final. Há desenvolvedores presentes em cada etapa, desde a mesa de crédito, formalização até o fechamento da operação financeira.

Além disso, os novos funcionários participam de uma dinâmica de onboarding que inclui o atendimento direto ao cliente, gerando empatia e mostrando o valor de ter tecnologia no núcleo.

“Acreditamos que ao unir negócio e tecnologia, além de investir no conhecimento específico, conseguimos dar autonomia e uma resposta rápida eliminando canais de comunicação que podem só não trazer problemas, mas tornar o dia a dia burocrático”, conta Ronaldo Marciano, agile coach da Creditas.

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KiiK muda de nome e amplia oferta de soluções para meios de pagamento http://conexaofintech.com.br/brasil/kiik-muda-de-nome-e-amplia-oferta-de-solucoes-para-meios-de-pagamento/ http://conexaofintech.com.br/brasil/kiik-muda-de-nome-e-amplia-oferta-de-solucoes-para-meios-de-pagamento/#respond Sun, 21 May 2017 23:59:16 +0000 http://conexaofintech.com.br/?p=2073 Conexão Fintech
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Startup brasileira de pagamentos, Kiik passa a se chamar Paggi e começa a oferecer soluções para pagamentos offline, com máquinas POS e mPOS.  Fundada em 2013, a KiiK, fintech de adquirência com base 100% mobile, conhecida no mercado pela inovação nos meios de pagamentos com chatbot e app, agora é Paggi, empresa de tecnologia que […]

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Startup brasileira de pagamentos, Kiik passa a se chamar Paggi e começa a oferecer soluções para pagamentos offline, com máquinas POS e mPOS. 

Fundada em 2013, a KiiK, fintech de adquirência com base 100% mobile, conhecida no mercado pela inovação nos meios de pagamentos com chatbot e app, agora é Paggi, empresa de tecnologia que oferece soluções de pagamento em múltiplos meios de captura (físico por meio de máquina POS, mobile por meio de máquina mPOS, digital e e-commerce) para pessoas físicas e empresas, com diversos serviços para apoiar os empresários na gestão de seus negócios.

A tecnologia, sempre presente nas soluções da empresa, também vem embarcada nas soluções offline. A máquina POS da Paggi conta com integração direta com o sistema operacional e frente de caixa do cliente, possibilitando fazer consolidação de pagamentos, divisão de conta, CPF na nota fiscal, otimização de fechamento de caixa, entre outras funcionalidades.

“A mudança de marca vem atrelada ao novo posicionamento da empresa, de oferecer soluções para pagamentos em todos os meios, por isso o nome ‘Paggi’, que também tem mais aderência com o mercado em que atuamos. Investir em um novo meio de captura será bastante relevante para alavancar as operações da empresa”, explica Mauricio Valim, CEO da Paggi. “Outro ponto que nos leva a focar nos meios offline é que, apesar de termos uma tecnologia inovadora para pagamentos online, a cultura do pagamento ainda está bem enraizada nas máquinas – 90% das transações são feitas por elas. Agora passamos a oferecer todos os meios de captura de pagamentos com cartão, com uma solução completa de pagamentos integrados”, explica o executivo.

De acordo com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em 2016, o volume de transações nas modalidades crédito e débito foi de R$ 1,14 trilhão. Para 2017, a expectativa é de 6,5% de crescimento.

Um diferencial da Paggi é a possibilidade do cliente personalizar a maquininha com a sua própria marca. O projeto piloto da mPOS da empresa está sendo feito junto à Easy Taxi, que disponibilizará algumas máquinas para teste com taxistas da base.  “Como a solução é encomendada pelo parceiro, nossas tecnologias tanto de POS, como mPOS, possibilitam a integração completa com os sistemas e aplicativos deles, permitindo que a cobrança seja realizada em seus ambientes, mas em nossas máquinas”, finaliza Valim.

A empresa, que já conta com mais de 400 estabelecimentos físicos credenciados na cidade de São Paulo, espera, com as novas soluções, ter mais de duas mil máquinas de POS e mPOS em uso até o final do ano, transacionando na casa dos R$ 70 milhões.

Soluções Paggi como meio de pagamento:

– E-commerce: oferece plataforma de pagamento completa, prática e segura para negócios de qualquer tamanho. Atua em todo o processo, desde a venda até a conciliação, aceitando os principais cartões de crédito. Também tem fácil integração, soluções de “Split de pagamento” e gestão financeira.

– Chatbot: permite a quitação de contas sem a necessidade das maquininhas ou mesmo de um aplicativo. Conectado ao Telegram ou Facebook Messenger, o cliente inicia uma conversa com o estabelecimento como se estivesse falando com outra pessoa e efetua o pagamento por meio de uma conversa rápida, simples e natural.

– Aplicativo: funciona como uma carteira eletrônica. Basta baixar a Paggi no Android ou iOS, e cadastrar os cartões. No momento do pagamento, o usuário seleciona no aplicativo qual cartão deseja utilizar. Para finalizar a compra, basta aproximar o celular do QR Code gerado pelo estabelecimento ou selecionar o estabelecimento na lista dentro do app e a transação é realizada. Em seguida, o comprovante é emitido eletronicamente, podendo ser visualizado na tela do celular, e para o estabelecimento no portal Paggi.

– Captura POS: a solução integra e concilia as vendas com a automação comercial e ainda proporciona mobilidade na hora do pagamento. A Paggi disponibiliza dois modelos: o Paggi sem impressora de comprovante, que sai em torno de 12x R$ 40,00 e o Paggi com impressora de comprovante, que sai por 12x R$ 60,00. A grande diferença entre os terminais é a interface para operar as personalizações. Apesar da versão com impressora ser mais cara, ela oferece uma tela touch colorida e facilita agregar funções ao terminal. Já a versão sem impressora é mais prática, integra com os sistemas, mas oferece menos recursos de interface para as funções adicionais aos pagamentos. Ambos os modelos também estarão disponíveis sem personalizações e integrações também. Por meio dessas máquinas, será possível, por exemplo, dividir o valor da conta entre duas ou mais pessoas, incluir o CPF na nota, enviar comprovante por mensagem SMS e otimizar o fechamento do caixa.

– Captura m-POS: A m-POS opera sempre vinculado a outro dispositivo através de conexão bluetooth, normalmente um smartphone ou tablete. O diferencial da Paggi Mini é oferecer não só a integração de pagamentos online para empresas de aplicativos mas também a integração de máquinas de cartão, deixando apenas os pagamentos em dinheiro “e fora” do aplicativo. Sabemos que a adesão a pagamentos mobile ainda deixa muita gente ainda desconfortável e por isso estamos investindo nesse novo produto. A princípio, a Paggi aceita as bandeiras Visa e Mastercard. A maquininha m-POS sai em torno de 12x R$ 20,00.

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