Estudo que contou com principais nomes do setor traz análises importantes em meio a um cenário tomado por excesso de informação.

Os olhos do mercado brasileiro estão atentos às empresas que prometem ser mais transparentes, eficientes e com o modelo de negócios centrado no usuário. Em 2016, os investimentos em fintech passaram de US$ 22 bilhões no mundo todo e números como esse trouxe à tona um boom de informação e curiosidade sobre as startups financeiras. É preciso distinguir o que é informação relevante do que é apenas resultado dessa mania que se espalhou pelo Brasil.

Diante desse cenário nebuloso, o Conexão Fintech analisou informações monitoradas ao longo dos últimos anos e selecionou as principais tendências e desafios de mercado em 2017. Contando com a visão de importantes investidores, empreendedores e especialistas do ecossistema de fintechs, esse estudo ajudará a nortear os próximos passos de quem se interessa pela atual evolução da indústria financeira e o futuro do dinheiro.

De acordo com o estudo do Conexão Fintech, as fortes tendências para este ano abrangem temas como a discussão envolvendo a abertura de APIs dos bancos e a evolução do blockchain no Brasil. Além disso, a pesquisa traçou desafios delicados como as mudanças regulatórias propostas pelo governo e as abordagens que os bancos trarão em 2017 para lidar com o boom das fintechs. José Prado, fundador do Conexão Fintech, aponta que este ano será importante para as instituições tradicionais se posicionarem neste mercado e reverem sua cultura interna com mais profundidade.

Outro ponto destacado no estudo coloca as startups de outros setores, como marketing e recrutamento de novos talentos, no radar do mercado mercado financeiro. “Muitas iniciativas têm grande potencial de sinergia com os bancos”, diz Prado. “Há várias brechas para melhorar a eficiência de operações que hoje são feitas por fornecedores tradicionais ou por áreas internas da empresa.”

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